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EM BREVE

Empreendendo no Turismo: O Caminho para o Sucesso no Brasil de 2025

Com o setor gerando mais de R$ 157 bilhões na alta temporada e 114 mil empregos no primeiro semestre, o Ministério do Turismo aponta oportunidades acessíveis para novos entrantes
O setor de turismo no Brasil vive um momento de efervescência em 2025, impulsionado pela recuperação pós-pandemia e por políticas públicas que fomentam o crescimento sustentável. De acordo com dados oficiais do Ministério do Turismo e da Embratur, as atividades turísticas devem movimentar R$ 157,74 bilhões entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, o maior valor em uma década, com destaque para eventos como o Carnaval, que sozinho injetou R$ 12,03 bilhões na economia e criou 32 mil empregos temporários. Além disso, o primeiro semestre de 2025 registrou a criação de 114 mil postos formais, elevando o total de empregos no setor para mais de 405 mil desde 2023, consolidando o turismo como o maior gerador de vagas no comércio e serviços. Profissões como agente de viagens estão em alta, figurando entre as 25 com maior crescimento no LinkedIn, sinalizando uma demanda robusta por profissionais qualificados.
Para ingressar nesse ecossistema
promissor, o primeiro passo é a consulta de viabilidade comercial junto à prefeitura local, verificando se o endereço pretendido permite atividades turísticas. Em seguida, defina o nome da empresa e formalize o CNPJ com auxílio de um contador, escolhendo CNAEs adequados como 79.11-0-01 para agências de turismo, conforme a Lei 12.974/2014.
O registro obrigatório no Cadastur, sistema gratuito do Ministério do Turismo, deve ser feito online, exigindo documentos como contrato social e comprovante de endereço – um processo que leva em média 15 dias e é essencial para operar legalmente. Após isso, invista em parcerias com hotéis, companhias aéreas e plataformas digitais, como as promovidas pela Embratur via programa Feel Brasil, que apoia microempresas em experiências autênticas.
Os custos iniciais para abrir uma agência variam de R$ 5 mil a R$ 20 mil, dependendo da escala: inclua taxas de abertura de empresa (cerca de R$ 1 mil), investimento em software de gestão (R$ 500 mensais) e marketing digital inicial (R$ 2 mil).
Operacionalmente, o dia a dia envolve gerenciamento de reservas via ferramentas como o Cadastur e integrações com OTAs (Online Travel Agencies), além de compliance com normas de sustentabilidade, como as parcerias da Embratur com a SOS Mata Atlântica para compensação de carbono. Manter uma equipe enxuta – com agentes capacitados via cursos do Sebrae – e focar em nichos como ecoturismo ou turismo de tela (via Netflix e YouTube) otimiza as operações, especialmente com o aumento de 80% nos assentos aéreos em 2025.
Por fim, os lucros no setor são atrativos: agências bem-sucedidas reportam margens de 10% a 20% sobre faturamento, com receitas anuais médias de R$ 150 mil para microempresas, alinhadas ao balanço nacional superior a R$ 150 bilhões. A chave para maximizar retornos é a inovação, como adesão ao EmbraturLAB para aceleração digital com Google e TikTok, que já beneficiou 40 startups. Com inflação controlada e renda em alta, 2025 é o ano ideal para empreender no turismo, gerando não só lucros, mas impacto social duradouro.
Fonte: AGÊNCIA ON PRESS